A primeira paragem Valladolid e não é ali na Espanha, foi mesmo na província do Yucatán no México.
(Em português escreve-se Iocatão, mas soa-me um tanto grosseiro, vou guardar a versão espanhola).
A cidade é grande e vale a pena visitar, almocito no mercado local por uma pechincha, para 2 o equivalente a uns 3.-. O que eu mais gostei aqui? Os bancos de jardim individuais, redondinhos e virados um para o outro, tipo um S, é tão romântico e principalmente perfeito para espionagem (cusquice).
Perto de Chitzén Itzá fiquei num hotel no meio da floresta, onde conheci a minha Pepita! O Chihuahua mais fofo que existe, 1º apelidei-a de saco de pulgas, mas ela adotou-me imediatamente (provavelmente depois de também me ter chamado de saco de pulgas).
Durante o jantar era a Pepita de um lado e um gato com 2x o tamanho dela do outro a ver se choviam migalhitas.
Eventualmente a Pepita fugiu dos borrifos de água da piscina e eu consolei-me com o baloiço de renda, como estava tudo molhado à volta, senti-me muito Jane Austin – como no filme Orgulho e Preconceito quando a Elisabeth vê o tempo a passar no pátio.
Nunca confiem nas canalizações mexicanas, entopem com uma certa facilidade… E o papel higiénico é tão fino, mas tão fino que em vez de ser branco é mesmo transparente.
E quando visitas uma das 7 maravilhas do mundo moderno, sim Chitzén Itzá, mas o que te lembras é daquele Sr. que te pediu para lhe tirares uma foto isto porque 10 min depois voltas a vê-lo, meio escondido e de calças na mão. Literalmente ele borrou-se para uma das 7 maravilhas do mundo moderno.
E os cenotes? São mágicos, mas já todos sabemos que eu não vou descrever a coisa… o que posso dizer? Eram usados pelos Maias para sacrifícios (HUMANOS!!) e que travei conhecimento com um casal de Jovens Suíços estavam no México pela aventura e pelas fotos insta-gramáveis. O próximo ponto era Chitzén Itzá, ou iam rapidinho ou corriam o risco de estar demasiado cheio e xau-xau à foto insta-gramável.
Puseram-se logo a andar, e eu lá fiquei a boiar no charquito de água (profunda), caminhei pelo que pensei serem ruínas, mas afinal era só um monte de pedras. Quando cheguei à estrada principal, o casalito Suíço ainda lá estava à espera do transporte coletivo, perguntaram a várias pessoas qual o horário e as respostas variaram entre:
– a cada 30 minutos
– a todas as horas
– mais ou menos a todas as horas, se falhar um haverá sempre outro a chegar
– 2x por dia
– 1x por dia
Resumindo… Eles viram passar 2 autocarros, mas decidiram esperar pelo transporte coletivo (as carrinhas) porque era mais económico.
As cadeirinhas do amor, a minha Pepita e obviamente Chitzén Itzá – a pirâmide Maia.
Ah! E cenotes, para quem sabe o que é…




